INFORMAÇÃO SUMÁRIA

Padroeiro: S. Tiago

Habitantes: 481 habitantes (I.N.E.2001) e 373 eleitores em 31-12-2003.

Sectores laborais:  Agricultura e pecuária.

Tradições festivas: Nossa Senhora do Rosário e S. Tiago.

Valores Patrimoniais e aspectos turísticos: Igreja Paroquial, Paço do Cardido.

Outros locais de interesse turístico: Belezas ribeirinhas do Rio Lima, castro de Genso.

Gastronomia: Lampreia, sarrabulho e vinhos verdes.

Artesanato: Linho, tecelagem, tanoaria, cestaria, luminária, funilaria, latoaria e tamancaria.

Colectividades: Desporto Cultura Estrelas de Brandara.

 

RESENHA HISTÓRICA

Localizada a cerca de três quilómetros da Vila de Ponte de Lima, estendendo-se por cerca de  251 ha, a Freguesia de Brandara, situa-se na margem  direita do Rio Lima e tem seus limites estabelecidos  da seguinte forma: a Norte com a Freguesia de Calheiros, a Nascente com a Freguesia de Refóios do Lima, a Poente com a Freguesia de Arcozelo e a Sul com o Rio Lima, tendo as Freguesias de Ponte de Lima e Ribeira na outra margem.

A agricultura, continua, tal como no passado a ser uma importante fonte de rendimentos dos habitantes de Brandara, nesse aspecto a vinicultura através do vinho verde, e o linho de forma artesanal são o destaque nessa matéria. Beneficiada pelo Rio Lima que banha as suas margens ribeirinhas imprimindo-lhes maiores capacidades produtivas e rara beleza, esta Freguesia de Brandara tem em S. Tiago, seu padroeiro, uma das suas fontes de fé desde tempos longínquos. Assim, encontramos a primeira referência conhecida a esta igreja desde 1112, conforme se pode verificar no livro “Inventário Colectivo dos registros Paroquiais Vol. 2 Norte Arquivos Nacionais /Torre do Tombo” que afirma: «Em 1258, na lista das igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho, elaborada por ocasião das Inquirições de D. Afonso III, S. Tiago de Brandara aparece como uma das igrejas pertencentes ao bispado de Tui.

Em 1320, no catálogo das mesmas igrejas, mandado elaborar pelo rei D. Dinis, para pagamento de taxa, foi taxada em 60 libras.

Em 1444, D. João I conseguiu do papa que este território fosse desmembrado do bispado de Tui, passando a pertencer ao de Ceuta, onde se manteve até 1512. Neste ano o arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa, deu a D. Henrique, bispo de Ceuta, a comarca eclesiástica de Olivença, recebendo em troca a de Valença do Minho. Em 1513, o papa Leão X aprovou a permuta.

Segundo o Padre António Carvalho da Costa era abadia da apresentação dos Bezerras, morgados de Canivelo e da antiga Comarca de Viana».

Fontes consultadas: Dicionário Enciclopédico das Freguesias, Freguesias- Autarcas do Séc. XXI, Inventário Colectivo dos registros Paroquiais Vol. 2 Norte Arquivos Nacionais /Torre do Tombo.

Contato
258 757 174
jf.brandara@sapo.pt
 
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